terça-feira, 13 de julho de 2010
Fotografias - Aérea
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Dream of Doll x Strangedolls
Dream of doll
Strangedolls
Abaixo imagens das minhas preferidas D.O.D:




E aqui as Strange Dolls:


domingo, 27 de junho de 2010
Idade Média - História
Feudalismo - (conjunto das leis e costumes que regeram a ordem política e social numa parte da Europa, do fim da época carolíngia ao fim da Idade Média; consistia, de um lado, na predominância de uma classe de guerreiros, e, de outro, nos laços de proteção de homem a homem, dissimulando o desaparecimento da autoridade pública).
- Final do império decadente (romano), resulta na: servidão coletiva, pois faltava mão-de-obra. (base do feudalismo).
- Muitos, trabalhavam para os senhores feudais em busca de proteção, tornando-se servos destes.
(Aproveitando esse assunto sobre “trabalhar para senhores feudais”, devo ressaltar esta curiosidade).
Bom, como é de se esperar senhores feudais tinham muitos filhos, mas (como sempre) somente o mais velho teria direito a cuidar das terras do pai quando ele falecesse, então os outros filhos ficavam a mercê da própria sorte.
Mas, havia uma regra que, todos os filhos deveriam ser cuidados por outros senhores feudais para que fossem treinados para as guerras, batalhas e os obstáculos que enfrentariam há frente (uma maneira de não dar “arrego”). Ou seja, o filho mais velho, depois de passar pelo treinamento poderia voltar para casa e cuidar dos seus afazeres, mas ou outros, só tinham duas escolhas: ir para o clero ( o que era muito bom para a família, sendo privados de pagar impostos), ou tornarem-se vassalos dos senhores feudais por quem foram treinados, então, muitos tornavam-se vassalos por serem apegados os seus senhores (nota: um vassalo é submisso a seu susserano, nesse caso o susserano é o senhor feudal), e assim, lutavam por mais terras para que o pequeno pedaço de terra que recebiam de seu susserano prosperasse.
- Guerras, eram comuns para a conquista de novos territórios e saber quem era o mais forte.
- A manutenção da ordem era dada pela Igreja ( a mais poderosa e controladora). Mantém a unidade de valores.
Alta idade média e Baixa idade média.
- Instablidade: econômica e social;
- População se apoia na fé e no grupo;
- Surgem as lendas medievais;
- Disputas internas (Proteção física: Senhor feudal, Proteção do espírito: Igreja)
- Cruzadas, feitas para tomar jerusalém (8 cruzadas em nome da fé), no meio destas, roubavam e saqueavam coisas do Oriente. Assim, ocorreu um novo olhar sobre a Europa (pois, fascinaram-se com a beleza, cheiros e riqueza do Oriente);
- Avanços por buscas econômicas;
- Surgue a Burguesia (inicialmente um pequeno comércio de re-vendedores);
(A partir daqui começam a aparecer idéias renascentistas)
- Destaque para os homens que não tinham medo da Igreja, e diziam que era possível mudar o destino (Ex: Colombo e Martín);
- Homens superiores – indivíduo que constrói sua própria história;
- Jamais deixaram de acreditar em Deus, mas questionavam e usavam a razão;
- Com a baixa idade média, surge o renascimento (renascer das idéias);
“De criatura para criador De fé para razão De coletivo para individual”.
- Questionamentos, desmentem a Igreja e são contra os dogmas (verdades absolutas);
- Pensar em si mesmo e fazer seu próprio destino;
- Crescimento das cidades e enriquecimento;
- Na baixa idade média (renascentista), vem com ainda mais força o pensamento individualista, surgindo assim a moda; (1350 aproximadamente, meados do século XIV)
- Quando bizâncio ruí (tomada pelos turcos othomanos) é o fim da Idade média.
''O Homem é a medida de todas as coisas.''
Tradição e Aristocracia na Moda.
Característica principais das sociedades ditas sem Moda ( grega, romana, egípcia, mesopotâmica, cretense e bizantina).
- Legitimidade incontestável do legado ancestral;
- Valorização da continuidade social. Gerou regra da imobilidade, repetição de modelos herdados, conservadorismo da maneira de ser e parecer;
Expressão estética resultante da tradição.
- Há o comércio e trocas culturais e de produtos que provocam mudanças lentas nos trajes, mas de forma exógena (introduzida de fora, causas externas), constituindo uma nova regra, tradição;
- Surgimento de estamentos sociais, criando hierarquias cuja distinção firma-se na conotação sagrada de panos, cores, adornos e rituais; (algumas sociedades terão leis suntuárias para impedir o afrontamento da tradição em sua aparência).
- O adorno pessoal é reduzido, sem características de fantasias estéticas ou busca de efemeridades;
- O padrão estético continua firmado na tradição e impede a autonomia do “gosto”.
- Na elite havia jogs de composições e permutações, mas não inovação formal.
Ou seja, a partir destas informações resumimos que, nas sociedades de estado não havia moda como a que vivenciamos hoje e sim, uma cultura de distinção de classes - para que houvesse uma organização social -.
As vestimentas usadas naquela época eram iguais para praticamente todas as camadas populacionais, a diferença encontra-se, por vezes, no tamanho da roupa, no modo como ela é amarrada (ressaltando que, quanto mais amarres, dobras e volume de panos na roupa, mais nobre era a pessoa, afinal, quem conseguiria fazer trabalho brassal com quilos de tecido postos e sobrepostos por ombros, cintura ou indo até o chão?), nos adornos e nas cores. Tudo era questão de distinção, não havia competição ou desejo de mudança como a que vemos em nossa sociedade efêmera nos dias de hoje.
Mas, é claro que não podemos dizer: NUNCA houve mudanças. Mudanças só ocorriam quando um povo era conquistado pelo outro, assim havia a necessidade de adaptação de algumas questões na tradição e modo de vivência. Podemos ainda, destacar que essa época é também chamada de Era da Tradição, onde costumes, vestimentas, e religião faziam parte de uma única vertente envolta pelo seu povo.
Resumo de capitulo: “A moda e o ocidente: o momento aristocrático”. In: LIPOVETSKY, Gilles. O império do efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. pg 23 a 68.
- Houve mudanças no decorrer do tempo nas sociedades antigas, pois ocorreram conquistas, importações e contato entre diferentes povos, mas a mudança acaba sendo cristalizada em norma coletiva permamente: o princípio de imobilidade prevalece. O que existem são influências ocasionais ou relações de dominação.
- Não há sistema de moda senão quanto o gosto pelas novidades se torna um princípio constante e regular, quando funciona como uma exigência cultural autônoma: dessa forma pode-se organizar um sistema de frivolidades em movimento perpétuo, uma lógica do excesso, um reino do efêmero sistemático sem amanhã. Essa moda no sentido restrito não aparece antes da metade do século XIV, quando há o aparecimento de um vestuário novo, nitidamente diferenciado segundo os sexos: longos e justo para a mulher e curto e ajustado para o homem. A toga, longa e flutuante, usada por ambos os sexos durante séculos foi substituída: Gibão – jaqueta curta e estreita unida a calções colantes – para os homens; vestido justo, põe em evidência o busto, os quadris e a curva das ancas, além de alongar o corpo. Ambos os trajes exaltam os atributos femininos e masculinos. Há a reestruturação das silhuetas.
A moda do século XIV ao XIX – Era Aristocrática.
-> Séculos XIV ao XV – início da moda com a quebra da ancestralidade, individualização e valorização do presente e do novo.
- Trajes diferenciam-se conforme os sexos;
- Busca da auto-promoção, ou seja, o homem passa a se preocupar consigo mesmo.
-> Séculos XVI ao XVIII – desenvolvimento da burguesia. A riqueza produzia e os novos valores morais e sociais quebram com as leis suntuárias estabelecidas, e os estamentos deixam de existir para surgir as classes sociais.
- A aparência tem teor nacional e forte poder político;
- Os artesãos costureiros reproduzem a vestimentas ditadas nas cortes principescas;
- Capricho e artifício em desmedida para as roupas de ambos os sexos, mas principalmente para a masculina;
- Uso da moda como instrumento de representação e afirmação social da elite por meio de: sofisticações teatrais;
- A moda é extremamente individualizada.
-> Século XIX e XX – apogeu da sociedade burguesa e do narcisismo individualista.
- Preponderância da moda feminina, enquanto a masculina tornou-se mais discreta e sóbria;
- A moda instituiu-se como lógica social, produzindo junto com a burguesia e o estado moderno/liberal;
- A revolução democrática;
- Moda massificada, a partir da ata costura até a publicidade das grandes indústrias.
sábado, 26 de junho de 2010
Dress up Game - Estilos japoneses
Monte sua própria Gothic lolita, Punk lolita ou Visual Kei
Yukata Girl - vista-a para ir ao festival de hanabi!
Colegial - Uniformes japoneses
quarta-feira, 23 de junho de 2010
13° Encontro de Moda - Unisul
Ocorrido nos dias 22 e 23, na sede da Unisul - Padre Roma, tivemos nosso 13° encontro de Moda, envolvendo desfiles, exposições de roupa, mostras de cinema (dos formandos do curso de cinema) e recitais de piano.
Como a minha fase é a primeira, não houve desfile, apenas exposição em manequins das roupas que criamos em TNT (material exigido) e outros produtos recicláveis.
A seguir, algumas fotos das criações da 1° fase matutina e noturna do curso de Moda.
Tema: Mcqueen em foco e um olhar sobre a biodiversidade.
(Na imagem: Busto criado por mim e minha dupla.
-Desenho final escolhido: meu.
-Técnicas de transformação têxtil (desenhos feitos a mão no tecido e prenssado duplo): minhas.
- Técnica "transfer" e desfiado: minha.
-Técnica ''babado'': escolhido pela professora, idéia de minha colega.
Finalização: costureira Etel.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Cosplay
Cosplay (em japonês: コスプレ, "Kosupure") é abreviação de costume play ou ainda costume roleplay (ambos do inglês) que podem traduzir-se por "representação de personagem a caráter", e tem sido utilizado no original, como neologismo, conquanto ainda não convalidado no léxico português, embora já conste doutras bases, para referir-se a atividade lúdica praticada principalmente (porém, não exclusivamente) por jovens e que consiste em disfarçar-se ou fantasiar-se de algum personagem real ou ficcional, concreto ou abstrato, como, por exemplo, animes, mangás, comics, videogames ou ainda de grupos musicais — acompanhado da tentativa de interpretá-los na medida do possível. Os participantes (ou jogadores) dessa atividade chamam-se, por isso, cosplayers
(na imagem: Freya - Chobits)A história
Originalmente conhecido como masquerade, o cosplay NÃO foi criado no Japão. O primeiro cosplay conhecido foi criado por Forrest J. Ackerman em 1939 durante a primeira Worldcon, na companhia de Myrtle R. Douglas. Ele criou a veste chamada "futurecostume", enquanto ela criou uma versão do vestido do filme de 1936 "Things to Come". Desde então, tornou-se uma prática anual nas Worldcon, com concursos e atrações próprias, e mais tarde estendendo-se aos fãs de fantasia e quadrinhos. Os primeiros cosplays de mangá/anime registrados são posteriores aos anos 70, nos EUA. O fenômeno do cosplay chegou ao Japão na década de 80 pro meio de Nobuyuki Takahashi, que ficou surpreso com o costume ao visitar um Wordcon, que começou a incentivar a pratica no Japão pelas revistas de Ficção Científica. Tornou-se comum no Japão durante as Comic Markets do Japão (criadas em 1975), que se celebram em Odaiba (Tóquio), lugares de compra e venda de Dōjinshi. Esse evento prosseguiu desde então e se realiza regularmente. Lá, grupos de japoneses vestiam-se de seus personagens favoritos de mangás, animes, comics e videojogos. Assim pois, tal prática sempre tem sido muito relacionada com aqueles produtos. Contudo, com o passar do tempo, foi-se estendendo a outros domínios, em conceitos e culturas, ganhando foro internacional. Com a popularização do anime nos anos 90, o cosplay japonês tornou-se popular no mundo todo, tratando-se de caracterizações de personagens existentes, enquanto que os primeiros cosplays (estadunidenses) estendiam-se principalmente à criação de personagens, não somente se prendendo aos pré existentes.
Resumindo
Hoje no Brasil, cosplay é praticado entre otakus*, gamers, geeks ou nerds, as vezes por diversão (hobbie), ou ainda com o sonho de ganhar algum concurso e poder concorrer mundo afora, como por exemplo: ir para o Japão (sonho de todo otaku brasileiro). (Enquanto isso, a maioria das meninas sonham em ser uma cosplay model, ou cos. Doll). Mas, basicamente concentra-se em caracterizar-se exatamente como o personagem escolhido e participar dos eventos e concursos, o que eu considero algo divertido.
*Otaku: (em japonês: おたく) é um termo usado no Japão para designar um fã por um determinado assunto, qualquer que seja. No imaginário japonês, a maioria dos otakus são indivíduos que se atiram de forma obsessiva a um hobby qualquer. No ocidente, a palavra é utilizada como uma gíria para rotular fãs de animes e mangás em geral, em uma clara mudança de sentido em relação ao idioma de origem do termo. Muitos membros da comunidade acham o termo ofensivo por não concordarem com a distorção de sentido do mesmo e se recusam a ser chamados assim. O termo é normalmente utilizado apenas dentro da comunidade de fãs de animês e mangás e de falantes do idioma japonês, sendo portanto desconhecido para o grande público.
Fonte: Wikipédia





